Crie a sua Própria Realidade como Deseja

O resgate do poder pessoal e a criação da realidade, fundamentando-se em conhecimentos milenares e leis universais para explicar como o indivíduo pode alterar sua experiência de vida através da mudança interna.

A Perda de Poder para o Sistema Externo

O poder pessoal é o fator determinante para o sucesso em todas as áreas da vida, incluindo relacionamentos, saúde e finanças. Existe um esforço coordenado de diversos sistemas — políticos, religiosos, farmacêuticos e midiáticos — para manter o indivíduo focado no mundo externo. Ao acreditar que a causa de seus problemas ou a solução para sua vida reside em fatores externos (como governos ou figuras salvadoras), o indivíduo transfere seu poder para esses sistemas, tornando-se inconsciente de suas próprias capacidades.

O Mecanismo de Criação da Realidade

O processo de construção da realidade é explicado através de uma estrutura lógica e cíclica, baseada no sistema de crenças do indivíduo:

  1. A Lei do Espelho: Baseada na segunda lei universal (correspondência), a realidade externa é descrita como um reflexo exato do estado interno. Para alterar o "reflexo" (os resultados na vida), é necessário mudar primeiro a "pessoa que se é", pois o externo não se altera de forma independente.
  2. O Ciclo de Repetição: É um fluxo contínuo onde as crenças geram pensamentos, que desencadeiam sentimentos, resultando em ações que, finalmente, produzem resultados. Se os resultados são negativos, o sistema interno tende a validá-los, reforçando a crença original e criando um loop de repetição conhecido como samscara.
  3. Crenças e Autossabotagem: As crenças atuam como filtros da realidade. O indivíduo busca validar o que acredita, mesmo que de forma inconsciente. Por exemplo, se alguém acredita que é difícil sair de dívidas, poderá se autossabotar financeiramente para confirmar essa percepção.
  4. Energia como Moeda de Troca: A energia pessoal, definida como a união de intenção e sentimento, é a principal moeda no campo espiritual. Sistemas externos captam essa energia através de distrações, como notícias negativas, guerras e entretenimento, mantendo as pessoas em estados de medo e escassez. Enquanto o foco estiver no externo, o poder pessoal é dissipado.

Mudança de Consciência e Realidades Alternativas

Para acessar uma realidade diferente, como uma vida com maior abundância financeira ou relacionamentos saudáveis, é indispensável uma mudança no estado de consciência. Existem infinitas possibilidades de realidade e que o acesso a elas depende da frequência e da mentalidade do indivíduo.

Viver através da consciência significa observar padrões, escolher pensamentos com a mesma intenção com que se escolhe uma roupa e não aceitar "migalhas" ou tratamentos inadequados, reconhecendo-se como o criador da própria experiência.

Conclusão

Há duas alternativas: permitir que o sistema molde sua vida através da inconsciência e do medo, ou resgatar o poder pessoal para criar sua própria realidade dentro desse sistema, utilizando-o a seu favor.

Como exercício prático, sugere-se analisar todas as áreas da vida (saúde, trabalho, relacionamentos) como espelhos que refletem comportamentos e crenças específicas. A mudança efetiva e a superação de ciclos de sofrimento só ocorrem quando a responsabilidade é trazida de volta para o interior, abandonando a postura de vítima de causas externas.

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A ilusão positiva com o diálogo interno moldam a biologia do cérebro, ativando a dopamina apenas quando acreditamos que determinado objetivo é alcançável. De forma resumida, defende-se que os grandes idealizadores (pessoas de sucesso) não aceitam os "status quo" da realidade em que vivem e escolhem deliberadamente "mentir" para si mesmos até que sua realidade externa se alinhe à sua visão mental. Ignora-se a lógica convencional, persistindo nisso durante até anos de realidade de estagnação, sendo essa crença irracional o combustível para superar o impossível. Depende da coragem de manter esses sonhos altos, ajustando-se a realidade a eles.

Este segundo texto detalha os conceitos sobre como a mentalidade realista pode limitar o potencial humano e como a "ilusão" estratégica é utilizada por indivíduos de alto desempenho para alcançar resultados extraordinários.

O Estigma da Ilusão vs. a Genialidade

Muitas figuras públicas de sucesso, como atletas e artistas, são frequentemente rotuladas como arrogantes ou iludidas antes de atingirem o ápice de suas carreiras. No entanto, após a consagração, esses mesmos indivíduos passam a ser classificados como gênios. A premissa central é que o realismo excessivo pode levar à mediocridade, enquanto a capacidade de utilizar a atenção e a linguagem para construir uma autoconfiança "iludida" é uma característica comum entre vencedores. O objetivo é demonstrar que acreditar em capacidades que ainda não se manifestaram na realidade externa é uma ferramenta de programação mental necessária para o sucesso.

A Mecânica da Crença e a Biologia do Sucesso

A Quebra de Paradigmas e a "Mentira" Funcional

A história de Roger Bannister, o primeiro homem a correr uma milha em menos de quatro minutos, ilustra como limites físicos percebidos são, muitas vezes, barreiras psicológicas. Antes de 1954, a ciência considerava o feito impossível; após a conquista de Bannister, dezenas de pessoas repetiram o feito em pouco tempo.

Isso ocorre porque vencedores operam sob um "código" mental diferente: eles "mentem" para si mesmos de forma proposital. Essa "mentira" é definida como uma afirmação de uma realidade que ainda não é verdade, mas que tem o potencial de se tornar. Enquanto pessoas comuns usam o diálogo interno para reforçar limitações ("não sou bom nisso"), os vencedores usam as palavras para alterar as probabilidades a seu favor.

A Programação Mental e a Identidade

A maioria das pessoas vive sob uma programação mental (uma "voz interna") que não escolheu, composta por crenças e valores absorvidos na infância, pela escola, religião e mídia. Enfatiza-se que o indivíduo não é essa voz, mas sim a consciência que a observa. Para mudar os resultados de vida, é necessário reprogramar conscientemente esse diálogo interno, substituindo o programa herdado por um que suporte as metas desejadas.

A Neuroquímica da Motivação (Dopamina)

O diálogo interno tem efeitos físicos e químicos diretos. O cérebro libera dopamina, o neurotransmissor da motivação, apenas para metas que ele processa como possíveis.

  • O Ciclo do Realista: Ao repetir que um sonho é impossível ou que deve "colocar os pés no chão", o cérebro entende a meta como intangível e não libera dopamina. Sem o "combustível" químico, o indivíduo sente falta de energia e estagnação.
  • O Ciclo do Vencedor: Ao afirmar a possibilidade de sucesso com convicção, o cérebro libera dopamina, gerando energia para a ação. Cada pequeno passo gera mais dopamina e confiança, criando um looping positivo de crescimento.

A Não-Linearidade do Sucesso e a Persistência

O sucesso raramente é uma subida constante; ele geralmente envolve anos de estagnação aparente seguidos por um crescimento exponencial.

  1. O Intervalo de Realidade: Existe um hiato entre a mudança interna (acreditar) e a mudança externa (resultados). É nesse intervalo que a maioria das pessoas desiste por ser "realista".
  2. O Exemplo de Quentin Tarantino: O diretor passou oito anos trabalhando em uma locadora, enfrentando recusas, antes de ter seu primeiro grande sucesso com Cães de Aluguel. Apenas uma mentalidade "iludida" permitiria que ele continuasse no jogo por tanto tempo sem evidências externas de sucesso.

Conclusão: A Escolha entre Segurança e Potencial

A escolha entre ser realista ou "iludido" define dois caminhos de vida distintos. O realismo oferece previsibilidade, segurança e conforto, mas pode resultar na percepção futura de que se foi apenas uma fração do que se poderia ter sido. Já a "ilusão" estratégica é incômoda, gera críticas externas e dúvidas internas, mas é a única via que permite descobrir a extensão total das capacidades humanas.

Ao manter um pensamento deliberadamente otimista (o "guardião delirante"), o indivíduo protege seu processo de aprendizado e desenvolvimento até que a realidade externa se ajuste aos seus desejos. Como citado por Franz Kafka, ao acreditar apaixonadamente em algo que ainda não existe, nós o criamos, pois o inexistente é apenas aquilo que ainda não desejamos o suficiente.

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Estratégias e conceitos sobre a utilização da faculdade mental da imaginação como ferramenta primordial para a transformação da realidade pessoal e a manifestação de objetivos.

A Imaginação como Ponte para o Subconsciente

A imaginação é apresentada não apenas como um exercício mental, mas como a faculdade mais importante para quem busca mudar sua realidade. Ela é definida como a linguagem do subconsciente, funcionando como uma ponte direta para a instância mental responsável pela criação da realidade individual. A premissa central é que, ao dominar a imaginação, o indivíduo acessa o portal de manifestação de seus desejos, independentemente das circunstâncias físicas atuais.

Além da Visualização e o Treinamento Mental

A Diferença entre Imaginação e Visualização

Um ponto crucial abordado é que a visualização — a criação de imagens mentais — é apenas uma vertente da imaginação. Muitas pessoas sentem dificuldade em formar imagens claras, o que pode gerar frustração. No entanto, a eficácia da manifestação reside na conexão emocional e no envolvimento sensorial, e não estritamente na nitidez da imagem. Para obter resultados mais rápidos ao impressionar o subconsciente, recomenda-se focar em outros sentidos, como:

  • Sentimento: O estado emocional associado à conquista.
  • Tato e Olfato: Sensações físicas e cheiros que remetam à realidade desejada.

Exercícios para Fortalecer a Faculdade Mental

A capacidade de imaginar é comparada a um músculo que pode ser treinado através da prática constante. São propostos exercícios práticos para desenvolver essa "musculatura" mental:

  1. Transição do Físico para o Imaginário: Sentar-se em um carro (ou segurar um objeto como um livro), sentir o volante fisicamente por alguns minutos e, em seguida, soltá-lo, mantendo a sensação tátil apenas no mundo imaginário.
  2. Observação Detalhada: Olhar atentamente para um objeto, fechar os olhos e tentar reproduzi-lo mentalmente com o máximo de detalhes. O processo deve ser repetido, abrindo os olhos para captar detalhes negligenciados e fechando-os novamente para refinar a imagem mental.

Superando o Condicionamento Lógico

O conteúdo destaca que o sistema educacional tradicional foca excessivamente na mente racional e na memorização lógica, desconectando o indivíduo de suas faculdades criativas. Essa desconexão impede o desenvolvimento da parte da mente que efetivamente altera o subconsciente.

Limitações Mentais e a Lei da Suposição

A única limitação real para a mudança de vida reside na própria mente. Citando conceitos de Neville Goddard, enfatiza-se que aquilo que o indivíduo supõe e assume como verdade é o que se materializa na realidade física.

Algumas advertências finais:

  • Felicidade Condicional: Atingir objetivos materiais (carros, viagens, morar no exterior) não garante preenchimento interno se a felicidade estiver condicionada a essas conquistas.
  • Sobrecarga Intelectual: O acúmulo excessivo de informações e vídeos sem a devida aplicação prática é contraproducente.

Em suma, a realidade física não deve ser um impeditivo para o sonho, pois a mudança externa é precedida por uma alteração sistemática na suposição interna através do uso disciplinado da imaginação.

 

 A Lei da Suposição

O conceito da Lei da Suposição, fundamentado nos ensinamentos de Neville Goddard, estabelece que aquilo que um indivíduo supõe e assume como verdade em sua mente é o que acaba se materializando em sua realidade física.

Pontos centrais desse conceito:

  • A Primazia da Mente sobre a Matéria: A premissa fundamental é que a única limitação real para a realização de um desejo reside na mente do indivíduo. Se a pessoa acredita que algo é difícil ou que demandará muito tempo, essa suposição se tornará a sua experiência concreta.
  • O Subconsciente como Criador: O subconsciente é descrito como o portal e o executor da realidade. A Lei da Suposição funciona ao "impressionar" o subconsciente através da faculdade mental da imaginação, que serve como uma ponte de comunicação direta com essa instância mental.
  • Independência das Circunstâncias Atuais: A aplicação da lei não depende de possibilidades lógicas ou financeiras presentes na realidade física. A manifestação de uma nova vida no exterior ocorre mesmo quando não há recursos para tal, baseando-se exclusivamente na mudança da suposição interna.
  • Sentimento como Chave da Suposição: Assumir uma realidade não se limita a visualizar imagens mentais, mas sim a envolver-se emocionalmente com o estado desejado. O sentimento de que o desejo já é um fato consumado é o que comunica a suposição ao subconsciente com maior eficácia.
  • Persistência e Aplicação Prática: O conceito enfatiza a necessidade de substituir a "sobrecarga intelectual" (o consumo excessivo de informações) pela aplicação prática. Isso envolve treinar a mente para manter a suposição da nova realidade, ignorando as evidências contrárias do mundo físico até que a materialização ocorra.

Em resumo, a Lei da Suposição dita que o mundo exterior é um reflexo direto das suposições internas mantidas na consciência.

 

 Como Ignorar as Evidências Negativas da Realidade Física atual

Para ignorar as evidências negativas da realidade física e focar na manifestação de um novo cenário, sugere-se um processo de desconexão da mente lógica e o fortalecimento da faculdade mental da imaginação.

Estratégias fundamentais:

1. Desconectar-se da Mente Racional e Lógica

Fomos condicionados pelo sistema educacional a focar apenas na mente racional e na memorização, o que nos desconecta da parte da mente que efetivamente altera o subconsciente. Para ignorar a realidade atual, é preciso entender que a mente lógica apenas interpreta o que já existe, enquanto a imaginação é o que cria a nova realidade. Enfatiza-se que a única limitação real para qualquer sonho está na sua própria mente, e não nas circunstâncias externas.

2. Entrar no "Mundo da Imaginação"

Mesmo diante de dificuldades ou de um ambiente de trabalho estressante, você pode utilizar o que chamam de "entrar no seu mundo da imaginação". Por exemplo, enquanto alguém trabalha sob pressão em uma empresa, pode-se utilizar fones de ouvido para se isolar e se imaginar vivendo a realidade desejada, ignorando completamente o fato de que, naquele momento, não há recursos financeiros para tal mudança.

3. Substituir a Imagem pela Conexão Sensorial

Se as evidências físicas negativas forem muito fortes e dificultarem a visualização de algo novo, você deve focar em outros sentidos. A visualização é apenas uma parte da imaginação; o que realmente impressiona o subconsciente é a conexão emocional e o sentimento. Ao focar no tato, no cheiro ou na emoção de que o desejo já é um fato consumado, a mente para de brigar com a falta de imagens lógicas da realidade atual.

4. Exercitar a "Transição" do Físico para o Imaginário

Para diminuir o peso das evidências físicas, sugere-se treinar a mente como se fosse um músculo através de exercícios de substituição sensorial:

  • O exercício do volante: Sentar-se no seu carro atual (mesmo que não seja o dos seus sonhos), sentir o volante fisicamente e, em seguida, soltá-lo, mantendo a sensação tátil do volante apenas no mundo imaginário.
  • O exercício do objeto: Observar um objeto real, fechar os olhos e reconstruí-lo mentalmente com detalhes cada vez mais precisos.

5. Aplicar a Lei da Suposição com Rigor

Ignorar a realidade física exige assumir que tudo o que você supõe é o que está se materializando, independentemente do que os seus olhos veem agora. Se você focar na ideia de que "é difícil" ou que "vai demorar", essa será a sua realidade. Portanto, a estratégia consiste em parar de buscar evidências externas (como assistir a vídeos em excesso, a "sobrecarga intelectual") e começar a aplicar a suposição interna de que o objetivo já foi alcançado.

Em resumo, a realidade física não deve ser vista como um impeditivo, mas como um cenário temporário que pode ser sobreposto pela disciplina de manter a atenção no estado imaginário e emocional desejado.

 

 Insistindo na Chave de Transição da Realidade Atual para a Desejada

De acordo com a lógica por trás desses exercícios (Exercitar a "Transição" do Físico para o Imaginário) é justamente fortalecer a sua "musculatura mental" para que você consiga, posteriormente, projetar a realidade desejada com a mesma nitidez e convicção da realidade física atual.

Detalhes de como essa evolução funciona:

  • O Treinamento como Base: A faculdade da imaginação é comparada a um músculo de academia; você não começa levantando 30 kg de uma vez. Os exercícios com o carro popular ou o livro servem para treinar a sua mente a fazer a transição do mundo físico para o imaginário, mantendo a sensação tátil mesmo sem o objeto presente.
  • A Evolução para o "Carro dos Sonhos": Uma vez que você desenvolveu a habilidade de "sentir" o volante do seu carro atual na imaginação, a evolução natural é aplicar essa mesma acuidade sensorial para o seu objetivo. Se o seu desejo é uma Mercedes ou uma Ferrari, você usará essa capacidade treinada para sentir a textura do couro, o peso da direção e o ambiente desse novo carro, tratando essa construção mental como algo tão real quanto o objeto físico que você usou para treinar.
  • O Objetivo da Nitidez Sensorial: O propósito de observar um objeto real e tentar reconstruí-lo mentalmente com detalhes cada vez mais precisos é remover a "dificuldade" de visualizar. Ao evoluir para o objeto do seu desejo (o carro luxuoso), quanto mais detalhes você conseguir agregar (cheiro, tato, acabamento), mais rápido você consegue impressionar o subconsciente, que é o portal da manifestação.
  • Aplicação da Lei da Suposição: A finalidade última desse treinamento é permitir que você aplique a Lei da Suposição com eficácia. Quando sua imaginação está "treinada", fica mais fácil para você assumir e supor que já possui o carro de luxo, ignorando as limitações da sua realidade atual, pois sua mente já consegue sustentar aquela nova realidade como um fato consumado.

Em resumo: usar o carro atual para treinar a sensação tátil e a observação de detalhes é o degrau necessário para que, ao imaginar o carro dos seus sonhos, essa imagem não seja apenas um "pensamento vago", mas uma experiência sensorial completa que o seu subconsciente aceite como verdade.

 

rico

Bacharel em administração, especialização em gestão financeira, gestão governamental, perito em contabilidade, analista de investimento e especialista em mercado financeiro.

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