Ortografia oficial e acentuação gráfica: fonemas, sílabas, acentos e grafia correta ACI IBGE 2026

Ortografia oficial e acentuação gráfica organizam a correspondência entre fala e escrita em língua portuguesa. A escolha das letras, a divisão silábica, a posição da sílaba tônica e o emprego dos acentos interferem diretamente na leitura, na interpretação, na pronúncia e na correção exigida em provas, concursos, redações e textos oficiais.

Fonema, letra e contagem sonora

Fonema é a unidade sonora capaz de distinguir palavras. Letra é o sinal gráfico usado para representar esse som na escrita. Por isso, nem sempre o número de letras coincide com o número de fonemas.

  • Uma mesma letra pode representar sons diferentes: o x de táxi soa /ks/; o de exame soa /z/; o de enxame soa /ʃ/.
  • Letras diferentes podem representar o mesmo som: viagem e pajem apresentam o som de /ʒ/; cedo, caçula, osso e nascido podem apresentar som de /s/.
  • Dígrafo consonantal é o encontro de duas letras com um único som: chave, palha, manhã, carro, osso, quilo, guerra, nascer, cresça, exceção.
  • Dígrafo vocálico ocorre quando am, an, em, en, im, in, om, on, um e un representam vogais nasais: tampa, canto, sempre, lenda, limpo, pinto, tombo, monte, comum, mundo.
  • Algumas letras não representam fonema em certos contextos: o h em hoje e hotel; o u não pronunciado em guerra; o m e o n com função de nasalizar, como em samba e manto.

Contagens válidas: pato tem quatro letras e quatro fonemas; passo tem cinco letras e quatro fonemas; chave tem cinco letras e quatro fonemas; táxi tem quatro letras e cinco fonemas; campo tem cinco letras e quatro fonemas.

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] A distinção entre letra e fonema aparece em itens de contagem, identificação de dígrafos e análise de palavras. A pegadinha mais comum é fazer o candidato contar letras como se fossem fonemas.

Sílaba, encontros vocálicos e encontros consonantais

Sílaba é o grupo sonoro pronunciado em uma só expiração. Em português, toda sílaba possui vogal. Ditongos e tritongos permanecem em uma única sílaba.

  • Monossílabo: uma sílaba — paz.
  • Dissílabo: duas sílabas — livro.
  • Trissílabo: três sílabas — escola.
  • Polissílabo: mais de três sílabas — biblioteca.

Encontros vocálicos:

  • Ditongo: vogal e semivogal na mesma sílaba. Se a semivogal vem antes da vogal, é crescente: água. Se a vogal vem antes da semivogal, é decrescente: pai. Pode ser oral, como pai, ou nasal, como quando.
  • Tritongo: semivogal + vogal + semivogal na mesma sílaba: Paraguai, saguão.
  • Hiato: encontro de vogais pronunciadas em sílabas diferentes: saúde, poesia, lua.

Encontros consonantais:

  • Inseparáveis: permanecem na mesma sílaba — prato, blusa, psicólogo.
  • Separáveis: ficam em sílabas diferentes — obter, advogado, ritmo.
  • Em palavras como canto e samba, o m ou o n nasalizam a vogal. Para fins de dígrafo vocálico, não se trata de encontro consonantal pleno.

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Reconhecer ditongo, tritongo e hiato é base para separação silábica, acentuação e translineação. Bancas costumam misturar hiato e ditongo em alternativas próximas.

Separação silábica

  • Não se separam ditongos e tritongos: á-gua, Pa-ra-guai, sa-guão.
  • Não se separam ch, lh, nh, gu e qu: chu-va, mi-lho, ni-nho, quen-te.
  • Separam-se rr, ss, sc, e xc: ter-remoto, os-so, cons-ci-ên-cia, cres-ça, ex-ce-lente.
  • Separam-se os hiatos: sa-ú-de, po-e-si-a.
  • Separam-se encontros consonantais separáveis: ob-ter, ad-vo-ga-do.
  • Não se separam encontros consonantais inseparáveis: bli-n-da-do, psi-có-lo-go.
  • Vogais idênticas ficam separadas: vo-o, ál-co-ol, com-pre-en-der.

🔴 [ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Separação silábica cai em questões objetivas, translineação, formação de palavras e apoio à acentuação. Pegadinhas frequentes envolvem separar ch, lh, nh ou não separar rr e ss.

Acentuação tônica e regras gráficas

O acento tônico indica a sílaba pronunciada com mais intensidade. Quanto à posição, a palavra pode ser:

  • Oxítona: última sílaba tônica — café, papel.
  • Paroxítona: penúltima sílaba tônica — mesa, fácil.
  • Proparoxítona: antepenúltima sílaba tônica — lâmpada.
  • Monossílabo tônico: , . Monossílabo átono: de, me.

O acento agudo marca vogais abertas e semiabertas; o circunflexo marca vogais semifechadas; o acento grave indica crase. O trema foi abolido, exceto em nomes estrangeiros e derivados, como Müller e mülleriano.

Regras principais:

  • Proparoxítonas: todas recebem acento gráfico — médico, álcool, jurídico.
  • Oxítonas: acentuam-se as terminadas em a, e, o, em e ens, com ou sem ssofá, café, cipó, também, parabéns. Em formas verbais seguidas de lo, la, los, las: fazê-la, repô-lo, satisfazê-las. Oxítonas terminadas em i ou u não recebem acento, salvo casos de hiato: ali, urubu; mas Piauí.
  • Paroxítonas: acentuam-se as terminadas em i/is, ão/ãos, ã/ãs, l, r, n, ps, x, um/uns e ditongo oral — lápis, júri, bênção, órgãos, ímã, órfãs, amável, fácil, córtex, cânon, bíceps, fênix, álbum, álbuns, fêmea. Não se acentuam paroxítonas terminadas em ens: nuvens.
  • Ditongos abertos ei e oi: não recebem acento em paroxítonas — ideia, jiboia, heroico. Recebem acento em oxítonas e monossílabos tônicos — papéis, herói, céu.
  • Hiatos: o i e o u tônicos são acentuados quando formam sílaba ou vêm seguidos de ssaída, , saúde, viúva. Não há acento antes de nh, nd, mb ou consoante diferente de s na mesma sílaba — rainha, ainda, Coimbra, juiz. Hiatos oo e ee não recebem acento — voo, abençoo, leem, creem.
  • Depois de ditongo decrescente, o i e o u tônicos de paroxítonas não são acentuados: feiura. Em oxítonas, pode haver acento: Piauí.
  • Em formas verbais rizotônicas com u tônico precedido de g ou q e seguido de e ou i, não há acento: argui, oblique.
  • Distinções obrigatórias: pôr (verbo) e por (preposição); pôde (pretérito perfeito) e pode (presente); têm/vêm (plural) e tem/vem (singular); quê substantivo ou final de frase e que pronome ou conjunção.
  • Verbos derivados: contém (singular) e contêm (plural); mantém (singular) e mantêm (plural).
  • Acentos extintos pelo Acordo Ortográfico: coa, para (verbo parar), pela (verbo pelar), pera (fruta), pelo (verbo pelar ou pelo corporal), polo.
  • Casos facultativos: fôrma (substantivo) e louvámos, forma usada em Portugal, enquanto no Brasil se prefere louvamos.

Teste rápido: pronuncie a palavra, localize a sílaba tônica e confira a terminação. Se for proparoxítona, acentue. Se for oxítona ou paroxítona, aplique a lista de terminações. Se houver i ou u em hiato, verifique se não há nh, nd, mb ou consoante impeditiva.

🔴 [ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Acentuação gráfica é cobrada em ortografia, reescrita, correção de frases e identificação de justificativas. As maiores armadilhas são paroxítonas com ditongo aberto, hiatos com i/u e palavras que perderam acento após o Acordo Ortográfico.

Ortoépia e prosódia

Ortoépia é a pronúncia correta das palavras. Envolve emissão adequada de vogais, articulação de consoantes e ligação correta entre palavras na frase.

  • Pronuncie moleque, não muleque.
  • Pronuncie queijo com vogal aberta, não quêjo.
  • Pronuncie mulher, não mulhé.
  • Pronuncie companhia, não compania.
  • Pronuncie ritmo, não rítimo.

Prosódia é a correta acentuação tônica. Quando o falante desloca indevidamente a sílaba tônica, ocorre silabada.

  • São oxítonas: sutil, refém, mister.
  • São paroxítonas: gratuito, fortuito, intuito, circuito, fluido. A tonicidade recai no ditongo, não em hiato.
  • São proparoxítonas: protótipo, hipódromo, álcool.
  • Em norma estrita, subsídio é pronunciado com som de /s/, não /z/.
  • Há oscilações aceitas em algumas palavras: acrobata/acróbata, autopsia/autópsia, necropsia/necrópsia.

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Prosódia aparece em itens de pronúncia normativa, identificação de silabada e distinção entre formas paroxítonas e proparoxítonas. A pegadinha clássica é marcar como correta a pronúncia gratuíto.

Alfabeto, ordem alfabética, símbolos, h e abreviações

O alfabeto da língua portuguesa possui 26 letras. A ordem alfabética compara as palavras letra por letra.

  • Alberto antecede Amanda, porque l vem antes de m.
  • Fernanda antecede Fernando, porque a diferença final está entre a e o.
  • As letras K, W e Y são usadas em nomes estrangeiros, derivados e símbolos: William, kafkiano, kg, km, yd.
Símbolos de uso recorrente
Grupo Exemplos
Unidades km (quilômetro), km² (quilômetro quadrado), kW (quilowatt), mA (miliampere)
Moedas € (euro), £ (libra), ¥ (iene), $ (cifrão/dólar), ¢ (centavo)
Matemática < (menor), ≤ (menor ou igual), ≠ (diferente), × (multiplicação), ‰ (permilagem)
Outros & (e comercial), § (parágrafo), # (cardinal/hashtag), @ (arroba)

O h não representa som em português. É usado em início de palavras como hoje e haver, em fim de interjeições como ah e oh, em compostos com hífen como super-homem e sobre-humano, e em dígrafos como ch, lh e nh.

Abreviação, abreviatura e sigla são recursos de redução:

  • Abreviação: foto, auto, moto, quilo.
  • Abreviatura: representa a palavra por sílabas ou letras iniciais, geralmente com ponto — núm., biol., fáb., gloss.. Formas consagradas: Ltda., apto., Cia..
  • Sigla: reunião de letras iniciais ou partes de palavras — MEC, FGV, IBGE, Detran, Embrapa.

🟢 [BAIXA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Símbolos costumam aparecer mais em legendas, provas técnicas ou edição de texto. Já K, W, Y e uso do h podem surgir em questões pontuais de ortografia.

Notações léxicas

  • Acento agudo: marca vogais abertas e semiabertas, como em café e herói.
  • Acento circunflexo: marca vogais semifechadas, como em mês e alô.
  • Acento grave: indica crase, como em Vou à escola.
  • Til: indica nasalidade em mãe e melões. É sinal gráfico, não acento.
  • Trema: abolido, exceto em nomes estrangeiros e derivados, como Müller.
  • Apóstrofo: indica supressão de vogal, como em copo d'água e anel d'ouro.
  • Cedilha: aparece sob o c antes de a, o e u, nunca antes de e ou i: calça, paçoca, açude.
  • Hífen: liga compostos, prefixos e pronomes átonos, como em couve-flor, enviaram-me e pré-escola. Em palavra já hifenizada, o hífen é repetido na quebra de linha.

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Notações léxicas aparecem em questões de grafia, crase, translineação e diferenças entre acentos e sinais gráficos.

Hífen em palavras compostas e prefixos

O hífen é usado quando os elementos conservam independência gráfica, mas formam unidade semântica.

Compostos:

  • Elementos que perderam significado próprio e formam nova unidade: arco-íris, água-viva.
  • Primeiro elemento com forma adjetiva: latino-americano, socio-histórico.
  • Prefixos auto-, neo-, proto-, pseudo- e semi- diante de h: auto-higiene, neo-helênico, proto-histórico, pseudo-herói, semi-humano.
  • Prefixos pan- e circum- diante de vogal, h, m ou n: pan-americano, pan-helênico, circum-navegação.
  • bem com autonomia: bem-aventurança.
  • mal diante de vogal ou h: mal-entendido, mal-humorado.
  • sem, além, aquém e recém: sem-vergonha, além-mar, aquém-fronteiras, recém-formado.
  • Quando o segundo elemento começa por vogal, r ou s em casos previstos pela norma, pode não haver hífen, com duplicação de r ou s: autoajuda, paraquedas, autorregulagem, autossabotagem.

Prefixação:

  • contra-, extra-, infra-, intra-, supra- e ultra- recebem hífen diante de h ou vogal igual à final do prefixo: contra-almirante, ultra-humano.
  • ante-, anti-, arqui- e sobre- recebem hífen diante de h ou vogal igual: arqui-inimigo, anti-herói. Sem isso, não há hífen: antevéspera, antebraço.
  • super- e inter- recebem hífen diante de h ou r: super-humano, inter-relações.
  • ab-, ad-, ob-, sob- e sub- recebem hífen diante de r: sub-reino, ab-rogar.
  • sota-, soto-, vice- e ex- com sentido de estado anterior: soto-ministro, vice-presidente, ex-atleta.
  • pós-, pré- e pró- acentuados e autônomos: pós-doutor, pré-escola, pró-ocidente.
  • Sem acento, esses elementos se aglutinam: pospor, preestabelecido, procônsul.
  • Prefixo terminado em vogal igual à inicial do segundo elemento recebe hífen: micro-ondas, anti-inflamatório.

🔴 [ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Hífen é cobrado em grafia de prefixos, compostos, reescrita e edição de texto. A banca costuma explorar a diferença entre vogais iguais, vogais diferentes, h, r e s.

Grafias concorrentes: G/J, R/RR, C/Ç/S/SS, X/CH

G ou J

  • Usa-se g em substantivos terminados em -agem, -igem, -ugem, exceto pajem: homenagem, vertigem, ferrugem.
  • Usa-se g em palavras terminadas em -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio: estágio, colégio, litígio, relógio, refúgio.
  • Usa-se g em verbos terminados em -ger e -gir: proteger, fugir.
  • Usa-se j em derivados de palavras com j: loja/lojista, cereja/cerejeira, nojo/nojento.
  • Usa-se j em verbos terminados em -jar ou -jear: viajar/viaje, despejar/despeje, trajar/traje. O substantivo é viagem.
  • Usa-se j em palavras de origem africana, ameríndia ou árabe: pajé, canjica, jiló, Jericó. A forma correta é berinjela.

R ou RR

  • Entre vogais, r simples representa som fraco: caro, areia.
  • Entre vogais, rr representa som forte: carro, terra, gorro.
  • Palavra iniciada por r tem som forte: rato, revista.
  • Nenhuma palavra começa por rr.

C, Ç, S e SS

  • O c aparece em palavras de origem indígena, africana ou árabe: cipó, cacique.
  • O c aparece em derivados de palavras com -te/-to: marte/marciano, torto/torcido.
  • O c aparece após ditongo: coice, foice.
  • O c aparece em verbos terminados em -ecer e -encer: anoitecer, pertencer.
  • O ç só aparece antes de a, o e u: açaí, açúcar, açougue, muçarela.
  • O ç aparece em sufixos como -guaçu e -açu: Paraguaçu, cupuaçu.
  • O ç aparece em substantivos derivados: atenção, exceção, adoção, importação, detenção, introspecção, feição.
  • O s aparece em adjetivos pátrios e títulos com -ês/-ense: paranaense, marquês.
  • O s aparece em palavras terminadas em -oso e -isa: saboroso, poetisa.
  • O s aparece com som de /z/ após ditongo: coisa, maisena.
  • O s aparece em substantivos com -ase, -ese, -ise, -ose: tese, mitose. Exceções: deslize, gaze.
  • O s permanece em diminutivos quando a palavra de origem já possui s: Luís/Luisinho, mesa/mesinha. Sem s na origem, usa-se z: /pezinho.
  • O ss ocorre entre vogais e nunca inicia palavra: amassar, gesso, obsessão, sossegar.
  • O ss aparece em derivados de verbos com terminações como primir, meter, mitir, cutir, ceder, gredir: impressão, repercussão, omissão.
  • Quando prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por s, dobra-se o s: assimétrico, minissaia.
  • O encontro sc pode funcionar como dígrafo com som de /s/: nascer, ascender, consciência. Na separação silábica, fica nas-cer.

X ou CH

  • Usa-se x após ditongo: feixe, caixa, auxílio.
  • Usa-se x depois do prefixo en-: enxugar, enxaqueca. Mas a família de cheio mantém ch: encher, enchente.
  • Usa-se x em palavras iniciadas por me-: mexer, mexerica.
  • Usa-se x em palavras de origem indígena, africana ou inglesa: xavante, xampu, xerife.
  • Usa-se ch em palavras de origem latina, francesa, espanhola, italiana, alemã, inglesa ou árabe: chave, cheque, chope, sanduíche.
  • Usa-se ch em derivados que já possuem ch: chifre/chifrada, encher/enchente.
  • Usa-se ch em sufixos como -acho, -achão, -icho, -ucho: rabicho, gorducho, bonachão.
  • Usa-se ch depois de an, en, in, on, un: gancho, inchado, poncho.

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Grafias concorrentes aparecem em questões de lacuna, substituição lexical e identificação de erro ortográfico. A banca explora derivados, prefixos, sufixos e palavras cuja escrita depende da origem.

Maiúsculas e minúsculas

  • Minúscula: usos correntes; dias, meses e estações do ano; fulano, sicrano, beltrano; pontos cardeais em sentido geral; cargos e títulos; nomes de cursos e disciplinas, facultativamente.
  • Minúscula em títulos de obras: após a primeira palavra, podem ser grafadas em minúscula as demais, exceto nomes próprios: Memórias póstumas de Brás Cubas.
  • Maiúscula: primeira palavra de período ou citação; substantivos próprios; nomes de épocas históricas e fatos importantes; nomes de altos cargos e dignidades; altos conceitos religiosos ou políticos; títulos de jornais e revistas; topônimos; seres antropomorfizados ou mitológicos; instituições; festas e festividades.
  • Maiúscula em pontos cardeais usados em sentido absoluto: Nordeste, Oriente, Ocidente.
  • Maiúscula em siglas, símbolos e abreviaturas oficializadas: ONU, IBGE, Sr..

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Inicial maiúscula e minúscula costuma cair em edição de texto, reescrita oficial e questões de norma culta. A pegadinha frequente é confundir uso corrente com uso institucional ou geográfico absoluto.

Porquês

  • Por que: separado e sem acento, usado em perguntas ou quando equivale a “por qual motivo”. Exemplo: Por que a reunião foi adiada?
  • Por quê: separado e com acento, no fim de frase ou isolado. Exemplo: Você não respondeu por quê?
  • Porque: junto e sem acento, em respostas, explicações e justificativas. Exemplo: A reunião foi adiada porque faltavam documentos.
  • Porquê: junto e com acento, com valor de motivo, razão ou causa, geralmente acompanhado de artigo. Exemplo: Ninguém entendeu o porquê do adiamento.

🔴 [ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Os porquês caem em preenchimento de lacunas, reescrita e interpretação. O examinador costuma trocar pergunta por resposta ou omitir o artigo antes de porquê.

Pares e expressões de uso frequente

  • Comprimento e cumprimento: comprimento é extensão; cumprimento é execução ou saudação. Exemplos: O comprimento do corredor é de dez metros; O cumprimento da decisão é obrigatório.
  • Privilégio: forma correta. Não existe previlégio.
  • Mal e mau: mal é o oposto de bem; mau é o oposto de bom. Exemplos: Ele passou mal; Ele é um homem mau.
  • Mais e mas: mais indica adição; mas indica oposição. Exemplos: Quero mais água; Estudou, mas não passou.
  • Onde e aonde: onde indica lugar em que; aonde indica movimento. Exemplos: A sala onde trabalho; Aonde você vai?
  • A, e à: a pode ser artigo ou preposição; indica existência ou tempo passado; à indica crase. Exemplos: A escola abriu; Há dez anos trabalho aqui; Vou à escola.
  • Há menos de e a menos de: há menos de indica tempo passado, equivalente a “faz menos de”; a menos de indica distância aproximada ou tempo futuro. Exemplos: Há menos de duas horas; A menos de cinco metros; A menos de três meses da prova. A palavra menos é invariável.
  • Ao encontro de e de encontro a: ao encontro de indica concordância; de encontro a indica oposição. Exemplos: A proposta foi ao encontro das necessidades; A decisão foi de encontro ao regulamento.
  • Afim e a fim de: afim indica semelhança; a fim de indica finalidade ou interesse. Exemplos: interesses afins; Veio a fim de resolver.
  • A par e ao par: a par significa ciente; ao par usa-se em câmbio. Exemplos: Estou a par dos fatos; A moeda está ao par.
  • Acerca de, cerca de, a cerca de e há cerca de: acerca de equivale a a respeito de; cerca de equivale a aproximadamente; a cerca de indica futuro ou distância aproximada; há cerca de indica tempo passado. Exemplos: Falou acerca do processo; Cerca de cem pessoas; Chegará daqui a cerca de dez dias; Há cerca de dez anos.
  • Em vez de e ao invés de: em vez de indica substituição; ao invés de indica oposição contrária. Exemplos: Usou caneta em vez de lápis; Ao invés de recuar, avançou. Na dúvida, prefira em vez de.
  • Bastante e bastantes: como advérbio, não varia; como adjetivo ou pronome, concorda. Teste: troque por muito; se muito variar, bastante também varia. Exemplos: Estudou bastante; Havia razões bastantes; Comprou bastantes livros.
  • Abaixo e a baixo: abaixo indica posição inferior ou protesto; a baixo equivale a de baixo, para baixo ou até embaixo. Exemplos: Leia abaixo; Abaixo a corrupção; de cima a baixo; roupas a baixo preço. Abaixo-assinado tem hífen quando designa petição.
  • Sequer e se quer: sequer significa ao menos e exige contexto negativo: Nem sequer respondeu. Se quer equivale a se deseja: Se quer participar, inscreva-se.
  • Senão e se não: senão significa a não ser, mas, caso contrário ou defeito; se não equivale a caso não. Exemplos: Não fez outra coisa senão reclamar; Ande logo, senão perderá o ônibus; Se não chover, viajaremos.
  • Meio e meia: meio advérbio é invariável e equivale a um pouco; meio numeral varia e equivale a metade. Exemplos: Estava meio cansada; meia laranja; meio copo; meio-dia e meia.
  • A gente, agente e há gente: a gente equivale a nós e pede verbo no singular; agente é quem atua ou exerce função; há gente significa existem pessoas. Exemplos: A gente chegou cedo; O agente fiscalizou; Há gente na fila.
  • Tampouco e tão pouco: tampouco significa também não; tão pouco significa muito pouco. Exemplos: Não compareceu, tampouco justificou; Estudou tão pouco. Evite nem tampouco, por redundância.

🟡 [ALTA/MÉDIA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] Pares homônimos e parônimos são cobrados em lacunas, correção gramatical e reescrita. O erro mais comum é escolher a forma pela sonoridade sem verificar função gramatical.

Funções de “como”

  • Substantivo: acompanhado de artigo ou determinante — Já sabemos o como.
  • Verbo: primeira pessoa do singular do presente do indicativo de comerEu como de tudo.
  • Pronome relativo: após modo, forma, maneira ou jeitoNão gosto do modo como ele fala.
  • Advérbio: modo, intensidade ou interrogação — Isso não ocorreu como eu esperava; Como é bela a manhã; Como posso ajudar?
  • Preposição acidental: com valor de condição ou qualidade — Como professor, devo explicar.
  • Conjunção aditiva: equivalente a bem como — Não só escreve, como desenha.
  • Conjunção causal: no início de frase, equivalente a porque — Como chovia, ficamos em casa.
  • Conjunção comparativa: equivalente a tal qual — Agindo como você.
  • Conjunção conformativa: equivalente a conforme — Como previsto, houve alteração.
  • Partícula de realce: pode ser retirada sem prejuízo sintático — Sentiu como um frio.
  • Interjeição: expressa surpresa em pergunta ou exclamação — Como? Não acredito!

🟢 [BAIXA IMPORTÂNCIA EM PROVAS/CONCURSOS] As funções de como aparecem mais em análise sintática e semântica, especialmente quando a banca pede classificação da palavra em contexto.

Mapa mental

  • Ortografia oficial e acentuação gráfica
    • Fonemas e letras
      • Fonema é som; letra é sinal gráfico.
      • Dígrafos consonantais reduzem a contagem de fonemas.
      • Dígrafos vocálicos: am, an, em, en, im, in, om, on, um, un.
      • 🟡 Bancas cobram contagem e identificação de dígrafo.
    • Sílaba e encontros
      • Ditongo: vogal e semivogal na mesma sílaba.
      • Tritongo: semivogal + vogal + semivogal.
      • Hiato: vogais em sílabas separadas.
      • Encontros consonantais podem ser separáveis ou inseparáveis.
      • 🟡 Base para separação silábica e acentuação.
    • Separação silábica
      • Não separar: ditongos, tritongos, ch, lh, nh, gu, qu.
      • Separar: rr, ss, sc, sç, xc, hiatos, encontros separáveis.
      • 🔴 Cobrança direta em translineação e ortografia.
    • Acentuação
      • Proparoxítonas: todas acentuadas.
      • Oxítonas: a, e, o, em, ens.
      • Paroxítonas: i, ão, ã, l, r, n, ps, x, um, uns, ditongo oral.
      • Ditongos abertos ei/oi: sem acento em paroxítonas.
      • Hiatos i/u: sa-í-da, sa-ú-de; sem acento em rainha, juiz.
      • 🔴 Cobrança em reescrita, lacunas e justificativas.
    • Ortoépia e prosódia
      • Pronúncia correta: moleque, mulher, ritmo.
      • Gratuito, fortuito, circuito: ditongo tônico, não hiato.
      • 🟡 Pegadinha comum: gratuíto.
    • Ortografia
      • Alfabeto com 26 letras; K, W e Y em casos específicos.
      • H inicial, interjeições e compostos com hífen.
      • Abreviação, abreviatura e sigla.
      • 🟢/🟡 Cobrança pontual em grafia oficial.
    • Hífen
      • Vogais iguais: hífen.
      • Vogais diferentes: geralmente sem hífen.
      • H: geralmente hífen.
      • R e S: sem hífen e com duplicação em casos previstos.
      • 🔴 Cobrança frequente em prefixos e compostos.
    • Letras concorrentes
      • G/J, R/RR, C/Ç/S/SS, X/CH.
      • Derivação, origem e posição das letras orientam a grafia.
      • 🟡 Cobrança em lacunas e correção ortográfica.
    • Uso de palavras
      • Porquês: pergunta, resposta, motivo, fim de frase.
      • Mal/mau, mais/mas, onde/aonde, há/a/à.
      • Meio/meia, senão/se não, sequer/se quer.
      • 🔴 Porquês e 🟡 pares parônimos caem em reescrita.

Conclusão

O domínio da ortografia oficial e da acentuação gráfica sustenta tanto a produção textual quanto a resolução de questões objetivas. Em provas, a análise costuma exigir identificação da sílaba tônica, comparação entre pares gráficos, aplicação de regras de hífen e reconhecimento de exceções consolidadas pela norma vigente.

Na prática de estudo, pronuncie a palavra, separe as sílabas, classifique a tonicidade e só então aplique a regra. Em revisão textual, teste meio por “um pouco” ou “metade”, bastante por “muito” e os porquês por “motivo”, “resposta” ou “por qual razão”. O erro recorrente mais perigoso é escolher a grafia pela semelhança sonora sem verificar função, posição e origem da palavra.


Questão 1 — Fonemas e letras

Banca: questão inédita, estilo VUNESP. Cargo: assistente administrativo. Perfil: reconhecimento de fonemas, letras e dígrafos.

Assinale a palavra que apresenta cinco letras e quatro fonemas.

  • A) chefe
  • B) táxi
  • C) livro
  • D) ovo
  • E) paz
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa A.

  • A) Correta: chefe possui cinco letras (c, h, e, f, e) e quatro fonemas, pois o dígrafo ch representa um único som.
  • B) Errada: táxi possui quatro letras, mas cinco fonemas, porque o x representa a sequência /ks/.
  • C) Errada: livro possui cinco letras e cinco fonemas.
  • D) Errada: ovo possui três letras e três fonemas.
  • E) Errada: paz possui três letras e três fonemas.

Questão 2 — Separação silábica

Banca: questão inédita, estilo FCC. Cargo: técnico judiciário. Perfil: translineação e divisão silábica.

Assinale a alternativa em que a separação silábica está correta.

  • A) ri-tmo
  • B) te-lha
  • C) ca-rro
  • D) a-ssalto
  • E) mul-her
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa B.

  • A) Errada: o correto é rit-mo, pois o encontro consonantal tm fica separado.
  • B) Correta: te-lha respeita a inseparabilidade do dígrafo lh.
  • C) Errada: o correto é car-ro, pois rr deve ficar em sílabas separadas.
  • D) Errada: o correto é as-sal-to, pois ss deve ficar em sílabas separadas.
  • E) Errada: o correto é mu-lher, pois o dígrafo lh não se separa.

Questão 3 — Encontros vocálicos

Banca: questão inédita, estilo IBFC. Cargo: pedagogo. Perfil: identificação de hiato, ditongo e tritongo.

Assinale a palavra que apresenta hiato.

  • A) pai
  • B) água
  • C) saúde
  • D) Paraguai
  • E) quando
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa C.

  • A) Errada: pai apresenta ditongo decrescente oral.
  • B) Errada: água apresenta ditongo crescente oral.
  • C) Correta: saúde apresenta hiato, pois o u tônico fica em sílaba separada: sa-ú-de.
  • D) Errada: Paraguai apresenta tritongo na sílaba final.
  • E) Errada: quando apresenta ditongo nasal.

Questão 4 — Acentuação de proparoxítonas

Banca: questão inédita, estilo FGV. Cargo: analista administrativo. Perfil: classificação da sílaba tônica e regra de acentuação.

Assinale a palavra que é proparoxítona e recebe acento gráfico por essa regra.

  • A) médico
  • B) papel
  • C) mesa
  • D) urubu
  • E) café
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa A.

  • A) Correta: médico é proparoxítona; a sílaba tônica é a antepenúltima, e toda proparoxítona é acentuada.
  • B) Errada: papel é oxítona terminada em l e não recebe acento.
  • C) Errada: mesa é paroxítona terminada em a e não recebe acento.
  • D) Errada: urubu é oxítona terminada em u e não recebe acento.
  • E) Errada: café é oxítona terminada em e; recebe acento, mas não por ser proparoxítona.

Questão 5 — Acentuação de paroxítonas

Banca: questão inédita, estilo CONSULPLAN. Cargo: contador. Perfil: aplicação de regra de paroxítonas.

Assinale a palavra que deve receber acento gráfico.

  • A) lapis
  • B) ideia
  • C) jiboia
  • D) voo
  • E) juiz
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa A.

  • A) Correta: lapis deve ser grafada lápis, pois é paroxítona terminada em i seguido de s.
  • B) Errada: ideia não recebe acento, por ser paroxítona com ditongo aberto ei.
  • C) Errada: jiboia não recebe acento, por ser paroxítona com ditongo aberto oi.
  • D) Errada: voo não recebe acento, pois hiatos oo não são acentuados.
  • E) Errada: juiz não recebe acento, pois o i tônico é seguido de z, e não de s.

Questão 6 — Acordo Ortográfico e hiatos

Banca: questão inédita, estilo Instituto ACCESS. Cargo: professor de língua portuguesa. Perfil: atualização ortográfica e hiatos.

De acordo com o Acordo Ortográfico, assinale a palavra que não deve receber acento gráfico.

  • A) saude
  • B) saida
  • C) voo
  • D) Piaui
  • E) bau
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa C.

  • A) Errada: a forma correta é saúde, com acento no u do hiato.
  • B) Errada: a forma correta é saída, com acento no i do hiato.
  • C) Correta: voo não recebe acento, pois o hiato oo deixou de ser acentuado.
  • D) Errada: a forma correta é Piauí, pois há hiato com i tônico em palavra oxítona.
  • E) Errada: a forma correta é baú, pois há hiato com u tônico.

Questão 7 — Ortografia: G ou J

Banca: questão inédita, estilo IBFC. Cargo: assistente em administração. Perfil: grafia de palavras com g e j.

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.

  • A) homenagem, vertigem, ferrugem
  • B) homenajem, vertigem, ferrugem
  • C) homenagem, vertijem, ferrugem
  • D) homenagem, vertigem, ferrujem
  • E) homenajem, vertijem, ferrujem
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa A.

  • A) Correta: homenagem, vertigem e ferrugem são grafadas com g, conforme os padrões -agem, -igem e -ugem.
  • B) Errada: homenajem está incorreta; o correto é homenagem.
  • C) Errada: vertijem está incorreta; o correto é vertigem.
  • D) Errada: ferrujem está incorreta; o correto é ferrugem.
  • E) Errada: as três palavras estão incorretas.

Questão 8 — Maiúsculas e minúsculas

Banca: questão inédita, estilo VUNESP. Cargo: analista de comunicação. Perfil: emprego de inicial maiúscula e minúscula.

Assinale a alternativa em que o emprego da inicial maiúscula está incorreto.

  • A) A reunião será na segunda-feira.
  • B) O evento ocorrerá em Abril.
  • C) O inverno chegou mais cedo.
  • D) Visitamos Lisboa em janeiro.
  • E) O professor explicou a matéria.
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa B.

  • A) Uso correto: dias da semana são grafados com inicial minúscula.
  • B) Uso incorreto: meses do ano devem ser grafados com inicial minúscula; o correto seria abril.
  • C) Uso correto: estações do ano são grafadas com inicial minúscula.
  • D) Uso correto: topônimo Lisboa com maiúscula e mês janeiro com minúscula.
  • E) Uso correto: cargo e substantivo comum em uso corrente com minúscula.

Questão 9 — Hífen

Banca: questão inédita, estilo FUNDATEC. Cargo: técnico em recursos humanos. Perfil: hífen em prefixos segundo o Acordo Ortográfico.

Assinale a palavra grafada corretamente.

  • A) autoajuda
  • B) microondas
  • C) antiinflamatorio
  • D) ultrahumano
  • E) superhomem
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa A.

  • A) Correta: autoajuda não recebe hífen, pois o prefixo auto termina em vogal diferente da vogal inicial do segundo elemento.
  • B) Errada: o correto é micro-ondas, pois o prefixo termina em o e o segundo elemento começa com o, vogal igual.
  • C) Errada: o correto é anti-inflamatório, com hífen e acento, pois o prefixo termina em i e o segundo elemento começa com i.
  • D) Errada: o correto é ultra-humano, pois o segundo elemento começa com h.
  • E) Errada: o correto é super-homem, pois o segundo elemento começa com h.

Questão 10 — Emprego dos porquês

Banca: questão inédita, estilo FGV. Cargo: professor de língua portuguesa. Perfil: uso de por que, por quê, porque e porquê.

Assinale a frase correta quanto ao emprego dos porquês.

  • A) Não sei por quê ele faltou.
  • B) Ele faltou por que estava doente.
  • C) Gostaria de saber o porque da ausência.
  • D) Você não veio por quê?
  • E) Por quê você não veio?
Ver gabarito e análise detalhada

Gabarito: alternativa D.

  • A) Errada: em pergunta indireta, usa-se por que separado e sem acento: Não sei por que ele faltou.
  • B) Errada: em causa ou resposta, usa-se porque junto e sem acento: Ele faltou porque estava doente.
  • C) Errada: após artigo, usa-se porquê junto e com acento: o porquê da ausência.
  • D) Correta: no fim de frase interrogativa, usa-se por quê separado e com acento.
  • E) Errada: no início de frase interrogativa, usa-se por que separado e sem acento.
rico

Bacharel em administração, especialização em gestão financeira, gestão governamental, perito em contabilidade, analista de investimento e especialista em mercado financeiro.

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